Descubra o que realmente torna um robô colaborativo universal e entenda qual a importância dessa tecnologia para a indústria mundial atual.
Descubra o que realmente torna um robô colaborativo universal e entenda qual a importância dessa tecnologia para a indústria mundial atual.

Encontrar o nome certo para sua empresa pode ser um trabalho quase impossível, existem muitas possibilidades. Quando decidimos por Universal Robots, tínhamos duas razões: primeiro, nos inspiramos em um clássico atemporal da ficção científica de 1920, a peça de teatro “Rossum’s Universal Robots” de Karel Capek. Essa peça originou o primeiro uso da palavra robô na modernidade.
Em segundo lugar, e ainda mais importante, a seleção do nome revelava com clareza a visão de nossa empresa: o desenvolvimento de robôs que sejam literalmente universais em suas tarefas.
Antes de responder a essa pergunta, primeiro vamos olhar a definição da palavra “universal”. O dicionário Michaelis define universal como:
Das definições acima, algumas mais vagas do que outras, a que melhor se aplica é a oitava no que se refere a máquinas ou ferramentas: Que pode atender a diversas necessidades de uso, forma, tamanho etc.
Assim, para ser chamado universal, um robô precisa preencher todos os requerimentos das suas atuais e potenciais funções. Isso parece óbvio e até bem simples à primeira vista, mas usuários de robótica são um grupo heterogêneo.
Diferentes pessoas em centenas de países, de segmentos variados e diferentes escalas de negócio, querem automatizar diferentes processos, tudo isso com orçamentos distintos e habilidades de programação variáveis.
Diante de tantos fatores em jogo, agora o desafio parece maior, certo? Mas isso não quer dizer que seja impossível.
A Universal Robots deve estar disponível em todos os lugares. Mesmo que universal ainda não esteja literalmente em todo o universo, ter presença no mundo inteiro já é um bom ponto de partida.
Assim, para cumprir esse primeiro critério, foi necessário criar uma rede de distribuição com parceiros globais através de constante e analítico crescimento.
O tempo em que grandes robôs industriais eram a parte primária de uma linha de montagem automotiva já ficou para trás.
Tecnologias de automação vêm sendo implementadas em diferentes etapas. Em uma recente International Manufacturing Technology Show (Show de Tecnologia para Manufatura Internacional, em tradução livre, com foco em robótica) em Chicago, era possível ver cobots da Universal Robots por todos os lados.
De rebarba em processos pós-solda à indução de calor, marcação à laser e simulação de evasão de colisões, passando por empacotamento, manipulação de objetos e inspeção de qualidade, os robôs da Universal Robots estavam trabalhando pesado na IMTS e mostraram o quão fácil um braço robótico colaborativo pode integrar aplicações diversas.


O trabalho diário em todas essas indústrias inclui uma grande variedade de processos complexos, é claro. Existem robôs altamente especializados para alguns setores, mas um robô universal deveria ser capaz de lidar com quase todos eles - flexibilidade é a chave!
A Scott Fetzer Electrical Group é a prova de que isso não é fantasia ou projeto. Eles possuem 14 robôs colaborativos montados em plataformas móveis assumindo tarefas radicalmente distintas: distribuição, corte de fios, pegar/largar e alimentação de máquinas.
Isso não parece flexível para você? Em nosso canal do YouTube, você encontra muito mais exemplos de uso de cobots na indústria.
Se o seu objetivo é tornar automação possível para tudo e todos, você também precisa garantir que seus custos sejam compatíveis com todo mundo - de players globais às menores empresas.
Todos os negócios no ramo da manufatura para exportação têm algo em comum: eles querem fortalecer sua competitividade no mercado internacional e marcar posição, garantindo um payback decente na implementação de novas tecnologias.
Não importa o quão flexível seja um robô, ele não é universal a menos que possua custo-benefício líder no mercado.
O custo-benefício de uma tecnologia não depende apenas do seu custo em si, mas também do tempo necessário para implementá-la na produção.
Algumas empresas podem possuir especialistas de TI qualificados em seu quadro de colaboradores, e poderão começar sem problemas novas tarefas de programação complexas, mas se você quer levar automação a todos os mercados, você não pode acreditar que essa seja a prática padrão.
Por isso, o que acha de um robô colaborativo que pode ser desempacotado, montado e programado mesmo por operadores sem experiência prévia em menos de uma hora?
Todos os pontos acima são apenas sobre o braço robótico, que em si é uma ferramenta sem fim. Para realmente ser universal, é preciso que esteja completa. Para isso, o robô deve ser compatível com uma grande variedade de ferramentas e deve ser facilmente integrável em qualquer processo ou linha, sendo ele moderno ou antigo.
Esse aspecto é extremamente importante, já que selecionar o produto errado aqui pode fazer todo seu processo de automação um fracasso - e tornar seu robô colaborativo universal inútil em relação às suas intenções originais de automação na produção.
Não se preocupe. Esse erro é facilmente evitável. Na UR+, você encontra ferramentas customizáveis, softwares e acessórios já otimizados para uso com seu cobot da Universal Robots. É isso que o sinal de MAIS significa: universalidade real não termina com os braços robóticos, a tecnologia se estende além disso.
Quer saber como os robôs colaborativos universais da Universal Robots podem te ajudar? Fale com um de nossos especialistas.
