Veja quem é a SPI e como funcionam suas soluções de integração robótica para indústrias de diferentes segmentos.
Veja quem é a SPI e como funcionam suas soluções de integração robótica para indústrias de diferentes segmentos.

Buscando compartilhar cada vez mais o amplo ecossistema industrial para compartilhar soluções de indústria 4.0, a Universal Robots vem destacando e apresentando alguns de seus principais parceiros. Conheça neste artigo a SPI e suas soluções de integração robótica na indústria.
A SPI é uma empresa de engenharia com soluções tecnológicas aliadas à Indústria 4.0 que busca a viabilização de processos e produtos inovadores com mais de 30 anos de história e aproximadamente 140 engenheiros e técnicos em seu quadro de colaboradores.
Esses profissionais atuam em quatro linhas de engenharia complementares nas soluções propostas: produção, mecânica, elétrica e software.
Além disso, a SPI possui uma ampla variedade de clientes, tendo atendido, só em 2020, mais de 100 empresas com negócios nos segmentos agro, automotivo, alimentício, farmacêutico, metalúrgico, mineração, químico, petroquímico e produtos de consumo.
O propósito da SPI é, com as implantações na linha produtiva, ajudar seus parceiros a exceder o limite da produtividade com a tecnologia.
Para saber mais sobre a empresa, veja o vídeo de apresentação do Diretor Comercial da SPI:
Para garantir soluções eficientes para os clientes, a SPI possui três pilares fundamentais:
Em pesquisa, a empresa possui um framework alimentando o funil de inovação. Um exemplo disso é o trabalhado em aulas e cursos ministrados pelo quadro de colaboradores. Os membros da equipe dão aulas para as principais universidades do Brasil, produzem livros e artigos acadêmicos voltados para a área de tecnologia e inovação e também ajudam as unidades na produção de laboratórios de manufatura digital.
Além disso, possui a área de consultoria, focada em três objetivos dentro disso: transformação digital (onde a tecnologia cria ou captura valor), uso de tecnologia de ponta e condução de projetos inovadores (ajuda a gerenciar riscos e incertezas nos projetos).
Por último, tudo se canaliza para a área de implantação, onde são realizados os projetos piloto, as provas de conceito, o trabalho a quatro mãos e outras estratégias para ajudar a alavancar internamente os indicadores-chave de cada negócio. A SPI implementa nas áreas de informação, automação e robótica.
A SPI possui duas unidades de engenharia no Brasil, além de laboratórios de simulação, automação, realidade estendida, sistemas de visão, integração, assembly shops onde convergem o digital para o físico e um galpão de testes para entregar as soluções robustas exigidas pelos seus clientes.
Também usam um software de visibilidade da gestão de projetos, o PMToolBox, que faz o acompanhamento das métricas de produção.
Para entender melhor como a SPI direciona suas soluções e visão de mercado para uma metodologia de tecnologia orientada ao negócio, recomendamos que veja o vídeo abaixo:
Contudo, em um breve resumo, essa visão parte dos seguintes passos abaixo (resumidos para maior clareza):
É importante observar que tudo isso deve estar alinhado aos demais pontos e direcionamentos da empresa, e não pode fugir às tecnologias e estratégias mais amplas do negócio.
Um exemplo rápido sobre essa metodologia seria o seguinte:
Uma empresa percebe que um de seus indicadores-chave é a assertividade nas inspeções de qualidade. Por isso, entra em contato com a SPI que, realizando os passos acima, poderia, no caso hipotético sugerido, seguir os seguintes passos:
Para aplicar o que, para a SPI, são os chamados Quick Wins, analisam-se aspectos de ganho e esforço pelo que se entende como metodologia de Pareto.
O que é a metodologia de Pareto?
Pareto foi um matemático e estatístico italiano que percebeu, em diferentes campos, atribuições e setores, uma divisão contínua e similar da seguinte forma:
Para uma fábrica que produzisse 10 tipos de peças, por exemplo, isso significaria que 80% do lucro do negócio estaria em 2 peças produzidas.
Se quer visualizar melhor essa estratégia pelo diagrama de Ganho x Esforço que vamos resumir logo a seguir, recomendamos que veja o vídeo da SPI sobre o assunto:
Essencialmente, ao determinar apenas dois fatores na execução de um processo ou projeto, o ganho ao executá-lo e o esforço (tempo e recursos) ao fazê-lo, pode-se traçar 4 ações distintas:
Dessa forma, as empresas passam a saber melhor para onde podem direcionar seus esforços produtivos futuros.
Oportunidades e métricas
As principais oportunidades de melhoria e métricas analisadas por nossos clientes são:
Onde estão as aplicações (esforço realizado)
80% das soluções observadas pela SPI tem a ver com solda e movimentação de material (do ponto A para o ponto B). Essas soluções de movimentação podem ainda se dividir em 3 sub-tarefas:
Quais são as características de uma aplicação para paybacks atrativos?
Se você busca paybacks atrativos, então precisa buscar as seguintes características em seu processo:
Na SPI existem soluções de arquitetura já pré-planejadas para determinados objetivos, oferecendo uma gama de tecnologias à disposição para que a melhor seja aplicada no processo em questão. Além disso, a implantação tem média de 12 semanas com processos mapeados e descritos no vídeo que mostramos acima.
Para conferir as animações em vídeo produzidas pela SPI para demonstrar as três Easy Lines, veja o vídeo abaixo:
Contudo, caso não possa ver a apresentação acima, resumimos a seguir, de maneira breve, como funcionam.
Solução de manipulação para todas as tarefas que envolvem levar um objeto do ponto A para o ponto B. A SPI fornece essa integração para qualquer demanda nesse sentido.
Eles selecionam os braços robóticos colaborativos, a garra, e podem prever, pelo digital twin, a altura e área de trabalho exigidas, como o espaço usado se comparado a um colaborador humano.
Sistema de inspeção de peças. No vídeo, somos apresentados a um case da indústria aeroespacial. A integração robótica substituiu ações de fotografia e análise por uma pessoa que usa um sistema de visão a laser para escanear e verificar os dados e parâmetros de qualidade exigidos.
Os sistemas de inspeção de peças praticamente eliminam os erros ao padronizar os parâmetros de análise. Além disso, podem ser usados para diferentes peças na linha produtiva, o que aproveita o investimento.
Essa é uma das grandes vantagens dos braços robóticos colaborativos da Universal Robots ao lado de soluções inteligentes como a da SPI: associar o baixo peso e mobilidade dos cobots, além da facilidade de programação, a uma rotina produtiva dinâmica em um mercado cada vez mais maleável.
É demonstrado que a SPI foi capaz de, em uma área de aproximadamente 6m², implementar uma paletização automatizada para caixas de até 8,5kg com uma cadência de 6,7 caixas/minuto.
Além disso, essa solução, e todas as demais, estão de acordo com a NR12.
Outro aspecto importante de se observar é que a solução já leva em consideração no design as cantoneiras para os pallets e a orientação do produto para movimentação final da carga com paleteiras.
A solução de paletização com braços robóticos colaborativos também encontra um benefício extra na indústria alimentícia que estão sujeitas à sazonalidade, pois podem trocar os robôs colaborativos de linha ao longo do ano, não precisando de dois robôs simultâneos nesse caso.
Quer saber mais sobre a SPI e todas as suas soluções? Confira a página que criamos para eles em nosso site.
